Atuação em planos de saúde, erro médico, direitos das gestantes e família. Atendimento humanizado, presencial em Jundiaí ou online, do primeiro contato à solução.

Muita gente só descobre que tinha direitos quando já está cansada de tentar resolver sozinha. Entender o que aconteceu é o primeiro passo.
Você não está sozinha. Existe caminho.
Quero entender o meu casoCada situação é única. Estas são as demandas que mais chegam ao escritório.

Sou mãe de quatro filhos, dois que caminham ao meu lado e dois que hoje me guiam do céu. Carrego comigo não apenas o amor de uma mãe, mas também a dor de quem foi vítima de violência obstétrica e erro médico. Essa vivência se tornou o alicerce do meu propósito: lutar para que nenhuma mulher ou família passe por isso sozinha.
Atuo há mais de 8 anos na defesa de famílias, crianças, gestantes e pacientes, unindo escuta ativa, firmeza técnica e compromisso com soluções viáveis. Sou formada pelo Centro Universitário Padre Anchieta e pós-graduada em Direito Médico e da Saúde e em Direito Civil e Processo Civil pela Faculdade Legale.
Do primeiro contato à conversa com a advogada, sem complicação. Por segurança, envie documentos apenas pelo canal indicado pela equipe.
Fale com a equipe pelo WhatsApp e conte, em poucas palavras, o que aconteceu.
Marcamos uma conversa com a Dra. Bruna, presencial em Jundiaí ou online.
Você separa o que tiver em mãos. A equipe indica o que é importante para o seu caso.
A Dra. Bruna analisa a sua situação e explica, com clareza, quais caminhos existem.
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Respostas gerais, para você se orientar. Cada caso exige uma análise individual.
Tenho outra dúvidaNem sempre a negativa é válida. Quando existe prescrição médica fundamentada e o tratamento é necessário, a recusa pode ser considerada abusiva, mesmo para procedimentos fora do rol da ANS, conforme a Lei 14.454/2022. Cada caso precisa ser analisado com o contrato e os documentos médicos.
O primeiro passo é descobrir o tipo do plano. Nos planos individuais, o reajuste anual segue o limite da ANS. Nos coletivos, a operadora precisa demonstrar os critérios usados. Vale pedir à operadora o histórico de reajustes e guardar os boletos.
São condutas que desrespeitam a mulher na gestação, no parto, no pós-parto ou em situação de abortamento, como procedimentos sem consentimento, negativa de acompanhante, humilhações ou omissão de cuidado.
O valor considera as necessidades de quem recebe e as possibilidades de quem paga, de forma proporcional. Ele pode ser revisto quando a situação de uma das partes muda.
Para qualquer caso: RG e CPF ou CNH, comprovante de endereço, um resumo do que aconteceu com datas e as mensagens, e-mails ou protocolos. A equipe indica os documentos específicos de cada situação.
No Instagram, explico direitos de pacientes, gestantes e famílias em linguagem simples, com séries sobre plano de saúde, reajuste, pensão e muito mais.
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